
O sol germinou, cintilando na sua calma e sua ardência. As flores redobram-se à sua passagem, incólumes à brisa que as agita. As árvores alentam exalando saúde, transformando o escalavrado ar, numa mistura gasosa equilibrada, nociva apenas aqueles que a poluem.
Essa suave brisa, que leva os meus cabelos, numa dança sensual de amor e poesia, transportando-me para lugares inóspitos, virgens nas mãos áridas daqueles que os defendem, resquícios de uma paisagem inebriante de rebeldia única.
Suave brisa que me devolve aos recônditos do meu pensamento, e me coloca os pés novamente nas areias escaldantes da existência, que por desejo se manteria na penumbra de uma bruma, densa e oculta, que me arrebatasse de novo a TI, a quem ocupa todo o meu ser, em todo o momento!
Suave brisa…….. exonera-me!
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